Vivemos em uma era tecnológica com muitas variedades, de forma que pouco nos questionamos o porquê de alguns aparelhos, que antes eram considerados cancerígenos, hoje já nem serem mencionados nas mídias sociais como televisão, rádio, jornal e internet.

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Todavia, seus malefícios ainda existem e devem ser conhecidos, para que possamos fazer um uso mais inteligente das facilidades proporcionadas pela tecnologia. Veja a seguir algumas provas de que seu celular pode prejudicar o seu organismo:

5 – A radioatividade afeta a função cerebral

A doutora Nora Volkow conduziu um estudo em 2009 em que 47 voluntários tiveram dois celulares desligados colocados em cada orelha e, em seguida, seus cérebros foram escaneados através da metodologia PET scan. Um segundo escaneamento foi feito com o celular ligado, o que pode ser mostrado na imagem abaixo:

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O cérebro se tornou mais ativo em 7% consumindo, mas glicose do organismo enquanto o celular esteve ligado. Pesquisas de longo prazo ainda são feitas para aprimorar o conhecimento dessa atividade cerebral.

4 – Seu corpo inteiro absorve radiação

Todos os aparelhos possuem a taxa SAR (Specific Absorption Rate) que indica a porcentagem que radioatividade que é absorvida pelo organismo. Quanto maior essa taxa, mais propenso você estará em absorver essa radiação ionizante e assim desenvolver doenças como o câncer. Lembre-se de que todos os aparelhos seguem uma recomendação básica da OMS, mas você pode adotar medidas mais preventivas, como deixá-lo no modo avião com mais frequência.

3 – As torres de comunicação também oferecem um grande perigo à saúde

Já vivemos sob interferência dos grandes campos magnéticos e eletromagnéticos, de todas as faixas de frequências, que utilizamos nas grandes cidades.

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Alguns estudos epidemiológicos demonstraram que a proporção do desenvolvimento de novos tipos de câncer foi significativamente mais alta em pessoas que haviam vivido seus 10 anos anteriores a uma distância de até 400 metros de uma antena transmissora, de modo que outros estudos feitos no Brasil relacionaram as mortes por neoplasia com a proximidade das antenas repetidoras muito próximas.

2 – Problemas de concentração

Um estudo publicado pelo site americano Science Daily mostrou que o melhor horário para o aprendizado e a concentração é antes de dormir, de modo que neste período deveríamos ler um livro, relaxar ou usá-lo para assimilar alguma matéria que nos seja importante.  A falta de um sono de qualidade é um dos maiores problemas relacionados com a concentração, sem contar que a luz do aparelho coloca o cérebro em maior atividade, atrapalhando assim o sono.

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1 – Dormir com o celular próximo é fatal

Além de não termos um sono qualificado pela alta taxa de radiação em conflito com o estágio REM do sono, corremos muitos perigos em manter o Wi-fi do celular ligado. Especialistas recomendam que o celular deve ficar com o Wi-fi desligado e numa distância de no mínimo 1 metro do usuário.  Uma boa dica é mantê-lo no modo avião caso você use o despertador do aparelho para se levantar.

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Atenção!

Nunca ofereça um aparelho de celular a uma criança, tardando o mais tempo possível o início de sua introdução à tecnologia. As crianças, por terem sua estrutura óssea mais fina, rapidamente absorvem uma maior quantidade de radioatividade do dispositivo, tendo seu desenvolvimento comprometido.

[Fontes: NY Times, Revista Galileu e Science Daily]

 

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