O ser humano tem uma incrível capacidade para desenvolver artefatos, porém sua criatividade excede os limites quando o assunto são as guerras. Estas armas bizarras, por incrível que pareça, foram utilizadas por diversas civilizações ao longo da história, de modo que algumas delas até contribuíram com o desenvolvimento de tecnologias atuais – como a roupa dos bombeiros a título de exemplo.

Veja a seguir as sete armas mais insanas já desenvolvidas:

7 – Um míssil em formato de pássaro

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No século 14 um míssil chinês chamado o “corvo voador com mágica de fogo” foi inventado para aterrorizar as cidades inimigas.

Este míssil tinha um alcance de mais de 300 metros e era capaz de explodir navios e cidades inimigas, de modo que suas explosões poderiam ser vistas a quilômetros de distância.

O formato de pássaro era importante para que os inimigos não pudessem identificar o artifício, de modo que foi tornar-se popular no século XX durante as Grandes Guerras.

6 – A bomba balão

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Chamado Fu Go, os japoneses desenvolveram a bomba balão no intuito de atacar os Estados Unidos da América durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1944, os japoneses enviaram cerca de nove mil balões, dos quais apenas mil chegaram, ameaçando a integridade dos norte-americanos.

Os balões cruzaram linhas de alta tensão que levava aos reatores nucleares, causando danos de grande porte à nação, sendo considerados uma ameaça muito séria. Uma série de documentários foi elaborada posteriormente sobre esta arma bizarra.

5 – Torpedos

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Os torpedos eram armas clássicas utilizadas principalmente para afundar navios, apesar de terem sua mira dificilmente acertada e riscos ao serem arremessados. Porém, na década de 1270, Hasan al-Rammah escreveu o “Livro de Navegação Militar e de Dispositivos Engenhosos de Guerra”, onde desenvolveu um tipo peculiar de torpedo que poderia servir como a arma ideal buscada pelos participantes da guerra.

Os muçulmanos então desenvolveram um torpedo que era impulsionado através da água e os estabilizadores da cauda o direcionavam para o alvo. Ao ficar preso no casco do navio inimigo ele então explodia.

4 – Minas submersas

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Os chineses já tinham dominado a técnica de criar minas terrestres durante os séculos 14 e 15, de modo que resolveram expandir seu arsenal também ao mar. Foi daí que surgiu o “submarino dragão rei”, que eram minas submersas sem oxigênio, ao passo que quando tivessem em contato com este gás, prontamente explodiriam. Neste contexto, os chineses utilizaram materiais exóticos como intestinos de cabra, bexiga de boi e penas de pato para criar o design perfeito de acordo com a finalidade bélica.

Todavia, essa tecnologia foi esquecida pelo Ocidente, não tendo registros de uso, somente 300 anos mais tarde durante a Guerra Revolucionária.

3 – Roupas à prova de fogo

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Os muçulmanos desenvolveram uma roupa especial que retardasse o fogo em torno dos séculos 12 e 13, já que suas túnicas de algodão pegavam fogo facilmente durante as guerras. Isso os fez ficar em vantagem contra seus inimigos, de maneira que eles mesmos colocavam pólvora na roupa à prova de fogo para poder atacá-los durante a guerra.

Posteriormente, a mesma tecnologia foi utilizada pelos bombeiros, que no século 19 fizeram o uso da descoberta com a finalidade de auxiliar  no resgate das vítimas de incêndio.

2 – Obsidianas afiadas

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A obsidiana, considerada a rocha mais forte do mundo, foi usada por milhares de anos pelos egípcios e maias em suas técnicas de medicina. Os astecas, entretanto,  utilizavam obsidianas extremamente afiadas com finalidades bélicas, já que com um só golpe seria possível decapitar um animal grande ou cortar uma pessoa no meio.

O uso da obsidiana ficou perdido no tempo após a substituição pelas ligas metálicas, de forma que apenas com o antropólogo Don Crabtree essa tecnologia antiga haveria sido redescoberta.

1 – O fogo grego

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A marinha bizantina, para combater os árabes, inventou uma arma secreta que era capaz de explodir grandes grupos de navios. Hoje em dia não se sabe ao certo como o fogo grego funcionava, porém registros históricos apontam o uso deste artefato. Tanto em 678 como em 717 os árabes tentaram invadir a cidade de Constantinopla e receberam o mesmo tratamento com fogo grego.

O último registro de uso do fogo grego foi na batalha naval contra os Pisanos em 1099, o que estima-se que após o assassinato de vários imperadores, o segredo sobre o fogo grego teria sido perdido para sempre na história.

[Fonte: Cracked]

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