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Veremos agora que algumas coisas já praticadas em determinada época, só são reveladas décadas mais tarde e literalmente pouco a pouco.

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Após estudos, descobriu-se que entre as vítimas do nazismo, ainda há uma categoria que pouco foi mencionada. Estamos falando das mulheres que trabalharam nas chamadas “instituições especiais”, nos bordéis dos campos de concentração.

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Verificou-se que os bordéis durante a Segunda Guerra Mundial serviram não só os soldados da Força de Defesa, mas também aos prisioneiros dos campos de concentração.
   fesaEste tipo de incentivo foi introduzido no final de 1942 por decreto do então Reichsführer (um título de liderança).
rewOs presos podiam gastar seu dinheiro em comida, cigarros, ou em visitas ao Bordel.
O bordel não podia ser usado à vontade. Primeiro, era necessário escrever uma petição, e só então a gestão do campo de concentração poderia dar permissão para se visitar a “instituição especial” em um curto período de tempo.
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Era dito aos prisioneiros o número e o quarto em que ele deveria ir. E a visita não poderia ultrapassar os 15 minutos já estabelecidos. Tal visita ao próprio bordel só era possível a partir das 19 até às 22 horas.
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Quanto às mulheres, elas eram um total de duzentas e dez, que serviam as “instituições especiais” nos campos de Buchenwald, Dachau, Sachsenhausen e até Auschwitz.
yndAs mulheres eram selecionadas em Ravensbrück e Auschwitz-Birkenau.
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As mulheres tinham idades entre 17 e 35 anos. Muitas delas foram presas por comportamento anti-social e evasão de serviço de trabalho, mas havia aquelas que voluntariamente concordavam com esta ocupação indecente. Sendo esta a única maneira de sobreviver.

Antes de serem enviadas ao “trabalho” elas eram bem alimentadas durante 10 dias, só assim então, eram encaminhadas aos campos.

mssComo se temiam surtos de doenças sexualmente transmissíveis, todas as trabalhadoras dos bordéis tinham de fazer exames médicos regularmente. A maioria das mulheres estava tão machucadas que perdiam até a função reprodutiva. E se esse tipo de ‘sacerdotisa do amor’ ainda sim engravidasse, elas eram enviadas a enfermaria do campo, onde seriam induzidas ao aborto.

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Após a queda do nazismo, essas mulheres que trabalhavam nas “instituições especiais” simplesmente foram esquecidas, porque elas não foram formalmente consideradas prisioneiras dos campos de concentração.

Por causa da vergonha, a maioria das mulheres permaneceu em silêncio sobre o seu passado, de modo que nenhuma das escravas sexuais recebeu nenhum tipo de compensação.

Só agora, graças ao historiador Robert Sommer, estas informações emergiram para todos.

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