Todo gênio tem uma pitada de loucura, e isso não foi diferente com os grandes gênios da humanidade. Desde obsessões por determinados tipos de comida ou bebida, alguns pensadores chegaram até mesmo a associar cachorros com divindades ou terem paixões incomuns por alguns defeitos genéticos. Confira a seguir as obsessões mais estranhas dos gênios:

8 – Nikola Tesla e seus amigos pombos

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Principalmente no fim de sua vida, Tesla desenvolveu uma grande afeição aos pombos, de forma que frequentemente levava pombos doentes para casa a fim de tratá-los. Em contrapartida e contrariando sua mania anterior, Tesla tinha total aversão aos pelos e cabelos e também de germes, de forma que lavava as mãos com muita frequência.

7 – Arthur Schopenhauer era fascinado por Poodles

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Schopenhauer (1788 – 1860) vivenciou situações que o fez ter muitas dificuldades para se relacionar com as pessoas. Isso o fez adquirir uma grande afeição pelos cães, em especial os Poodles. O pensador resolveu “colecionar Poodles” em casa e todos eles tinham o nome “Atma” é uma palavra hindu que significa “vontade superior”. Para ele os Poodles representavam seu eu superior.

6 – Imannuel Kant era aficionado em rotinas

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Kant era hipocondríaco e este era seu estilo de vida, seguindo uma rotina fixa e inadiável. De 1783 até 1804, o ano de sua morte, Kant fez sempre as mesmas coisas, nos mesmos horários, todos os dias.

Sua rotina começava antes das 5 da manhã, horário em que ele tomava chá e fumava seu cachimbo. Depois ele escrevia até às 7h e dava aulas até às 11h.

Kant voltava pra casa e escrevia até as 13h, almoçando em seguida e logo saindo para caminhar. Ele foi descoberto seguir essa rotina pela regularidade em sua caminhada, de modo que a mesma rua que ele passava sempre no mesmo horário ficou conhecida como “The Philosopher’s Walk” (O Caminho do Filósofo).

5 – Nietsche desenvolveu uma incrível paixão por frutas

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Friedrich Nietzsche sofria com diversos problemas de saúde, de modo que tinha  terríveis dores de cabeça e vômitos persistentes. Para melhorar sua digestão ele tomou vários remédios e experimentou diversas dietas.

Todavia, algo que Nietzsche não abriu mão eram as frutas, de modo que ele chegava consumir até mesmo três quilos desse alimento em um único dia. Sua obsessão ficou tão forte que além de comprar frutas nas feiras locais, ele também encomendava com amigos frutas de países diferentes.

4 – Voltaire era viciado em café

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A cara do Iluminismo, Voltaire era não só viciado em café, como também tinha uma enorme paixão por novos grãos. Ignorando totalmente as recomendações médicas que recebia, o filósofo consumia quantidades absurdas de cafeína.

O consumo de Voltaire girava em torno de 20 a 40 xícaras de café todos os dias. Ele frequentemente pagava quantias altas para experimentar grãos importados e novos sabores.

3 – Sartre tinha problemas com crustáceos

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Jean-Paul Sartre (1905 – 1980) desde criança teve medo de uma pintura que retratava uma pata saindo do oceano e tentando pegar uma pessoa. Desde então ele desenvolveu uma grande aversão aos frutos do mar.

Simone de Beauvoir conta que certa vez, ao nadar na companhia do pensador, ele teve um ataque de pânico e gritava que um polvo gigante surgiria das profundezas levaria embora.

2 – Albert Camus tinha medo da morte

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Albert Camus (1913 – 1960) teve uma infância muito difícil, de forma que quase morreu por sofrer com tuberculose. Mesmo vencendo a doença, ele adquiriu uma paranoia muito grande com o medo de morrer jovem.

Por conta dessa obsessão ele sempre carregava no bolso uma carta de suicídio escrita por um amigo de Trotsky e também lia com frequência a revista Embalmer’s Monthly (uma revista para embalsamadores). Camus morreu em um acidente aos 46 anos, o que muitos consideram que sua obsessão não fosse à toa.

1 – Mulheres vesgas eram o fetiche de René Descartes

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O gosto de René Descartes (1596 – 1650) por mulheres estrábicas foi descoberto a partir das cartas que ele trocava com a rainha Cristina da Suécia. Ele revelou na carta que o grande amor de sua vida era uma mulher estrábica e que também havia sido apaixonado por uma garota estrábica enquanto jovem.

Em sua carta ele confessou: “Durante muito tempo depois, quando eu via uma mulher estrábica, me sinta mais inclinado a me apaixonar por ela do que por outras, simplesmente por causa daquele defeito”.

E você, tem alguma obsessão esquisita? Conte para a gente!

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