Para você que sempre sonhou se afastar do mundo e de todos os perigos que ele oferece, existe uma alternativa: Você sabia que os habitantes do arquipélago de Tristão da Cunha, localizado no sul do Oceano Atlântico, são considerados a civilização mais remota do mundo? E pasmem, eles têm orgulho disso!

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Existem 266 pessoas habilitando o local que é totalmente voltado à sustentabilidade e promete, através de mudanças arquitetônicas como vários prédios modernizados, um parque eólico e um incinerador que converte resíduos em energia, entre outros recursos planejados, tornar-se totalmente autossustentável.

O arquipélago faz parte do território britânico de Santa Helena, porém fica a mais de 1,6 mil km de distância de qualquer coisa. Para visitar o local é necessário um barco e a civilização recebe visitas apenas oito vezes ao ano.

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O novo plano para modernizar e deixar o local ainda mais sustentável foi desenvolvido por uma empresa de arquitetura do Reino Unido que redesenhou todo o projeto para isso e venceu na competição realizada pelo Instituto Real de Arquitetos Britânicos.

Neste novo plano, projetos autossustentáveis prometem modernizar ainda mais a região, que mostra-se promissora a esta aplicação e um grande exemplo para o mundo. O novo plano envolve ideias sustentáveis de geração de energia e produção independente de recursos. Os arquitetos prometem que o local produza inicialmente de 30 a 40% de energia por si próprio dentro de cinco anos.

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Durante certo tempo, as pessoas receberão treinamento em áreas necessárias para administrar essas mudanças no desenho da cidade e adquirir habilidades que possam ser passadas por várias gerações”, resumiu o arquiteto principal, Martin Watson.

Mesmo que você deseje morar nesse local dos sonhos, existe uma regra muito importante que o fará desanimar: ninguém de fora pode comprar uma propriedade, apesar das pessoas serem sempre bem vindas às visitações.

[Revista Galileu]

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