Já dizia o célebre cientista Carl Sagan que nós temos muito em comum com as árvores, por sermos criados com as mesmas moléculas orgânicas dos cometas.

Além de terem um código genético e uma química muito similares com os nossos, as árvores oferecem benefícios incríveis para a humanidade e também para a nossa saúde psicológica. Afinal, precisamos muito mais das árvores do que elas de nós. Conheça quais são estes 3 benefícios fundamentais:

1 – As árvores reduzem a matéria particulada no ar

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Exatamente! Este é um dos piores tipos de contaminação e uma única árvore é capaz de reduzir entre 7% e 24% desta matéria ao seu redor.

Um recente estudo publicado pelo The Nature Conservancy avaliou o impacto das árvores em 245 cidades ao redor do mundo, de modo que descobriram que existem duas formas de contaminação: a primeira delas consiste em matéria particulada resultante do pó das construções, chegando até a 10 ou menos micrômetros. Já o mais prejudicial, com cerca de 2,5 micrômetros é o resultante da queima de combustíveis fósseis e madeira, entre outras fontes.

Ambas partículas finas podem penetrar profundamente nos pulmões, causando mortes terríveis anualmente, além de um risco maior de acidentes vasculares cerebrais, problemas cardíacos e enfermidades respiratórias como a asma. As árvores em grandes quantidades seriam capazes de reduzir estes poluentes, melhorando muito a qualidade do ar.

2 – As árvores equilibram a temperatura

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A influência das árvores na temperatura é crucial para um bom ambiente. As ondas de calor são capazes de matar milhares de pessoas e espécies por ano, de modo que a mudança climática se estabelece especialmente por conta do desmatamento.

3 – As árvores fazem bem ao corpo e pra mente

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Um estudo bem conhecido a nível mundial, liderado por Roger Ulrich na década de 1980, fez um acompanhamento entre pacientes em quartos com vista para as árvores e outros com vista para edifícios. O resultado obtido pelo hospital da Pensilvânia foi que os membros que haviam sido operados da vesícula se recuperaram muito mais rapidamente quando acompanhados pelas árvores.

Um outro estudo recente de Gregory Bratman, da Universidade de Stanford, mediu o impacto no cérebro de caminhar durante 90 minutos na natureza e o resultado também não podia ser diferente: as árvores foram muito mais eficientes na melhora dos pacientes com depressão, uma vez que o trafego aumenta ressonâncias de pensamentos vinculados à tristeza, ansiedade e estresse.

Que tal adotarmos um ambiente mais sustentável a partir dessas evidências?

[Fonte: BBC]

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