É assim que uma tatuagem é de perto – mas muito perto mesmo. Você está olhando a foto de um pedaço de tecido morto de uma pele tatuada, ampliada 400 vezes seu tamanho original. É parte de uma exposição em andamento chamada “Death Under Glass” no Museu Mütter na Filadélfia, diz a Science Friday.

Marianne Hamel, médica e patologista que capturou a imagem microscópica explica mais sobre a foto: as partes onduladas e fibrosas à direita é a queratina, a camada mais externa da pele. Movendo-se para a esquerda, a camada roxa é a epiderme. O resto da matéria rosada é a derme, a camada mais profunda da pele. E essa coisa vermelha, no centro da derme, é o pigmento da tatuagem.

“A derme é onde o pigmento da tatuagem realmente vive”, disse Hamel. “É por isso que as tatuagens são permanentes – elas vivem na camada mais profunda da pele que você nunca perde.”

E quanto ao tempo da tatuagem?

Além disso, como são utilizadas pistolas que forçam através das camadas da pele para que o pigmento não saia, o resultado é, em essência, uma ferida, e o corpo reage como você esperaria. O sistema imunológico reage ao que considera ser um ataque ao enviar células para a ferida e começar a reparar a pele – esse processo pode parecer traumático, mas é realmente o que permite que as tatuagens permaneçam por tanto tempo.

As células, conhecidas como macrófagos, viajam para o local da ferida e começam a comer a tinta que foi depositada lá. Outras células e partes da pele, como fibroblastos, sugam a tinta da tatuagem. Isso significa que as tatuagens desaparecerão gradualmente durante um longo período de tempo, um processo que também é acelerado por outras coisas como a luz do sol.

Exemplo de tatuagem ‘fresca’ e após 4 anos

Fontes: Independent / Nymag

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