Atenção pais de todo o Brasil, seus filhos podem estar neste momento correndo risco de morte eminente, isso porque o jogo conhecido como “Baleia Azul”, induz os adolescentes ao suicídio. Acredita-se que aproximadamente 130 jovens já cometeram suicídio seguindo as orientações de um ‘mentor’, todas essas mortes foram registradas na Rússia.

O Baleia Azul original, se difundiu principalmente na Rússia,  funciona em grupos fechados na internet. Na web, o mentor define o desafio de cada dia. As mensagens com os desafios diários chegam para os participantes por volta das 4h20 da manhã de forma direta ou através de mensagens subliminares nas redes sociais. E esses desafios são sempre macabros, como por exemplo, assistir por horas a fio filmes de terror, subir em telhados ou estruturas muito altas, automutilação, entre outros. No final dos 50 dias o participante e/ou vítima recebe a tarefa derradeira, onde ele deve tirar sua própria vida.

E infelizmente o jogo do suicídio chegou ao Brasil e já pode ter feito suas primeiras vítimas.

E são muitos os jogos online que provocam os participantes a colocar a vida em risco com desafios absurdos, no dia 16 de outubro de 2016, Gustavo Detter, de 13 anos, morreu no Hospital Ana Costa, na cidade de Santos, litoral de São Paulo, depois de aceitar um desafio online conhecido como “Choking Game” ou Jogo do Desmaio, uma competição que também faz vítimas pelo mundo afora.

No Facebook há pelo menos 13 grupos fechados de brasileiros relacionados ao Baleia Azul e, juntos, já somam quase 59 mil pessoas.

Em um desses grupos, os desafios que originalmente levam os participantes a entrarem em estado psicótico, foram ‘substituídos’ pelo típico jeitinho brasileiro para dar continuidade à brincadeira.

Com isso o desafio da Baleia Azul, virou um dos assuntos mais comentados dos últimos dias na net especialmente entre os adolescentes.

A psicóloga, psicopedagoga e professora universitária Sylvia Flores é enfática ao decretar que os pais têm que ter voz ativa com os filhos e proibir certas atitudes, como passar noites em claro e virar o dia na frente de um videogame. “Os pais têm que lembrar qual é o papel deles, porque são crianças, adolescentes. Se for preciso, têm que pedir ajuda profissional”, pontua.

O delegado Frederico Abelha aconselha que os responsáveis monitorem todas as redes sociais dos menores. “Tem que checar as conversas no WhatsApp e os grupos de bate-papo. É importante saber que grupos seus filhos estão frequentando. Até porque destas conversas, o pai pode ter um indicativo da atitude do filho ou até descobrir uma coisa mais grave, como abuso sexual”, enfatizou.

Então, estejam alertas!

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