Nas escolas atuais, caso um aluno se comporte mal, a reação imediata de um professor é sempre ameaçá-lo ou levá-lo à diretoria. Quem se lembra do ensino antigamente, é possível até de recordar-se de ações piores, as quais se incluíam reguadas na palma das mãos ou na cabeça, etc.

Estudos científicos mostram que as crianças são hiperativas por natureza, isto é, cheias de energia para gastar e assim terem experiências que contribuem com o desenvolvimento de seu corpo e seus órgãos da maneira correta. Porém, foi também comprovado que punições apenas produzem traumas e o desenvolvimento incorreto das funções cerebrais e outras doenças cuja causa provém de ordem psíquica. O que fazer então neste caso?escola-troca-metodologia-de-punicao-2

Uma escola na cidade de Baltimore, nos EUA, propôs uma solução e eles têm encontrado muito sucesso com um método radicalmente oposto: a ideia primária do diretor da escola seria convidar os alunos a refletirem sobre o que aconteceu em uma sala tediosa e vazia, porém resolveu aprimorar o ambiente com luminárias e almofadas, no qual o aluno deverá passar por exercícios de respiração e meditação, a fim de novamente se centrar para, enfim, delatar o que aconteceu.escola-troca-metodologia-de-punicao-5

Os pais dos alunos mal comportados comentavam sempre com as autoridades que passavam estresse com eles em casa. Foi daí que surgiu a ideia de trocar a punição pela meditação. escola-troca-metodologia-de-punicao-3O projeto também ensina as crianças sobre meio ambiente e agricultura, com uma maneira ligada à natureza, e convida as crianças a se integrarem com o meio ambiente e consigo mesmas.escola-troca-metodologia-de-punicao-4

Os níveis de expulsão caíram a zero na escola e em casa os pais relataram uma grande melhora no comportamento de seus filhos. Segundo especialistas, esta escola demonstrou um meio diferente e eficaz na capacidade de instruir as crianças ao desenvolvimento da razão e de uma lógica mais centrada, a fim de que possam tornar-se adultos melhores e mais responsáveis por suas atitudes.

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