Vários virais na internet têm se tornado moda entre os adolescentes, principalmente quando o assunto é comer e dormir. Existem pessoas que quando estão cansadas, tristes ou felizes, não importa a situação que possam estar, o seu desejo maior é único: a comida.

Baseados nessa premissa, criamos eventos sociais como jantares, almoços e várias outras festas comemorativas cujo principal enfoque é o ato de comer. Ainda há quem associe a comida à felicidade. Porém, outro ponto intrigante relacionado à comida é a perda de apetite quando estamos doentes e isso gera a seguinte questão: Será que a comida realmente tem a ver com nosso estado de ânimo?

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Pesquisadores têm feito pesquisas sobre os estados negativos do corpo, que levam uma pessoa comer em excesso. Segundo análises psicológicas, a busca pela alimentação em excesso tem a ver com uma busca por um alimento emocional, de modo que as pessoas tendem a buscar produtos pesados, como alimentos gordurosos quando estão angustiadas, como mostra um artigo publicado no periódico Psycosomatic Medicine.

Neste mesmo contexto, os pesquisadores N. Rose, S. Koperski e B.A. Golomb comprovaram ao estarmos deprimidos frequentemente ingerimos mais chocolate, talvez por causa do “hormônio da felicidade” que o produto faz o nosso organismo liberar ao ingerirmos.

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Quando se busca um consolo a partir da comida para nossas angústias, podemos entrar em um ciclo muito perigoso, já que angustiados nossa capacidade de discernir a respeito de um alimento é diminuída. De acordo com o artigo Oral perceptions of fat and taste stimuliare modulated by affect and mood induction, publicado em 2013 na PLoS ONE, o ato de “comer emocional” é o mais responsável pelas doenças modernas, que incluem os índices de obesidade.

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Por incrível que pareça, muitos jovens se entopem de comida e alegam que estão felizes, de forma que na verdade o alimento mental e emocional seria muito melhor substituído do que o alimento físico e material.

Assim sendo, concluímos que a comida tem sim a ver com nosso estado de ânimo, de modo que devemos ser cautelosos e pensar duas vezes antes de ceder à tentação que aquele alimento rico em gorduras nos traz.

[Fonte: UOL]

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