Já falamos anteriormente sobre um caso intrigante de um menino que afirmou relembrar de sua vida passada e deixar seus pais perplexos ao verem que as informações eram de fato verídicas.

Veja o caso completo de Cameron Macaulay aqui.

Como se não bastasse, um outro caso extremamente curioso aconteceu com James Leininger uma criança que gostava muito de brincar somente com aviões.

Os pais de James, Andrea e Bruce, perceberam a preferência estranha do garoto só e somente por aviões e até tentaram dar a ele outros brinquedos, porém ele os recusava.

Com dois anos de idade, quando James já começou a falar, tudo mudou: a criança começou a ter pesadelos e gritava: ”avião atingido em chamas; o homem pequeno não consegue sair.” Os pais achavam que era apenas uma brincadeira, imaginação fértil infantil.

Um vídeo gravado pelos pais de James aos 3 anos de idade, mostra ele brincando, passando por um avião como se estivesse fazendo uma “verificação pré-voo”. Foi aí que os pesadelos aumentaram tanto que ele nem conseguia dormir a noite.

A criança começou a falar que era um piloto de caça e que seu avião, um Corsair que vivia tendo seus pneus esvaziados. Achando muito estranho o relato os pais procuraram a terapeuta Carol Bowman que, também estudiosa do fenômeno reencarnação, conseguiu trazer por regressão algumas memórias do garoto.

James contou aos pais que era um piloto de um Corsair que tinha sido atingido em cheio no motor direito pelos japoneses em Iwo Jima. Ele revelou que tinha decolado de um navio chamado Natoma, mencionando o companheiro de voo Jack Larson.

O pai resolveu pesquisar os nomes e descobriu que o navio Natoma e Jack Larson eram reais, sendo o Baía Natoma um pequeno porta-aviões no Pacífico.

O choque veio quando as informações mostraram que o único piloto da esquadra morto era James M. Huston Jr., com apenas 21 anos, morto em 3 de março de 1945. Seu companheiro Larson morava no Arkansas.

O caso foi tão chocante e em tantos detalhes revelados que tornou-se uma obra campeã em vendas, chamada “A Volta” (Editora BestSeller, 320 pág.), escrita pelos pais Bruce Leininger e Andrea Scoggin Leininger e pelo romancista Ken Gross.

[Veja o documentário no Youtube]

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